Depois de passearmos pela Chapada Diamantina, era hora de finalizarmos nossas férias com algo ainda mais tranquilo, porém em um lugar lindo e ainda pouco explorado pelo turismo, a Ilha de Boipeba!

Essa ilha foi uma indicação de uma amiga do trabalho (Milene Pessoa), que passou a lua de mel por lá. Ela nos recomendou, pois sabia que tanto Rosana quanto eu, gostávamos de natureza, trilhas e acampar.

Então já que íamos para a Chapada Diamantina, adicionamos a ilha em nosso roteiro antes de retornarmos à São Paulo.

Sobre a Ilha

Ilha de Boipeba pertence ao arquipélago e município de Cairu-BA, é vizinha da Ilha de Tinharé, onde se encontra o Morro de São Paulo, que provavelmente você já ouviu falar, por ser mais famoso.

O arquipélago encontra-se na região Baixo Sul da Bahia.

Ilha de Boipeba

Ilha de Boipeba

Também é considerada a 2ª ilha mais bonita da América do Sul, perdendo apenas para a Ilha de Páscoa, no Chile (fonte: internautas no Traveller’s Choice 2013, pesquisa promovida pela TripAdvisor).

Para resumir, é a ilha mais bonita do Brasil!

Um pouco de História

Como de costume, um nome como “boipeba”  tem origem indígena, em tupi m’boi pewa e significa “cobra chata”, que é como os indígenas chamavam as tartarugas marinhas.

Apesar de não ser tão conhecida, a ilha foi um dos locais colonizados pelos Jesuítas em 1537 e é formada pelos povoados de Velha Boipeba, São Sebastião (mais conhecido como Cova da Onça), Moreré e a comunidade Quilombola de Monte Alegre.
(Fonte: https://www.ilhaboipeba.org.br/boipeba.html)

Um pouco do que você vai encontrar na Ilha de Boibepa

As praias da ilha são muito convidativas para caminhadas em geral. É impossível não relaxar em Ilha de Boipeba, pois ao ouvir o som do mar encontrando com a areia, acaba te desacelerando e você entra no mesmo ritmo.

A ilha pode ser pequena, mas sua biodiversidade marinha é muito rica.

Com belos recifes de corais, formam piscinas naturais na maré baixa e você pode praticar flutuação com snorkel, avistar uma vasta variedade de peixes e outras diversidades marinhas, incluindo até mesmo espécies raras na nossa fauna.

Se preferir, também é possível praticar stand up paddle e caiaque. Existem locais na ilha que fazem a locação e também dão aulas.

Se você é adepto da pesca subaquática, também é possível praticar, pois as marés costumam ser calmas e de ótima visibilidade. Se preferir, você também tem a possibilidade de caçar polvos nos recifes, durante as marés baixas (se você tiver prática e um fisgo para isso, é claro).

A chance de se conseguir polvos aumentam na chamada “maré morta”, que seria a maré baixa, durante as fases da lua no quarto minguante e quarto crescente.

É muito comum avistar moradores da ilha fisgando polvos, durante uma caminhada pela manhã ou final da tarde. Então se preferir, você também pode comprar ou encomendar um polvo diretamente com eles.

Se quiser saborear uma lagosta, também é possível. O Guido’s Lagosta, localizado na Praia da Cueira, costuma pescar as próprias lagostas e servi-las. E os preços não são tão altos quanto se imagina.

Se preferir um pastel de lagosta, você encontra na praia da Ponta dos Castelhanos, que também servem sucos naturais com frutas da região e outras bebidas.

Se você é assim como Rosana e eu, e gosta de fazer trilhas, a ilha também oferece um trajeto via mangue até a praia Ponta dos Castelhanos, que fica ao sul.

É recomendável fazer o trajeto com um guia local, que é facilmente localizado em qualquer parte da ilha. Se tiver dúvidas de onde encontrar um guia, basta apenas perguntar para algum morador. Dependendo de onde estiver hospedado, o local já terá indicações ou guias próprios.

Outra opção de caminhada, é a que vai até a comunidade de Cova da Onça (São Sebastião). De lá é possível retornar de trator ou moto táxi, podendo fazer uma parada na Comunidade Quilombola de Monte Alegre, onde é possível ouvir um pouco da história do povoado e seus costumes.

Para quem busca um pouco de agito, a região da Boca da Barra, ao norte da Ilha, oferece alguns barzinhos e também é um bom local para se apreciar o por do sol.

Outros locais em que as pessoas costumam assistir ao por do sol, são o Morro do Quebra Cu em Velha Boipeba, ou na Pousada Céu de Boipeba, que oferece uma vista panorâmica da região costeira. Mas particularmente, por ser mais alto, acho o mirante no Morro do Quebra Cu o melhor local (mapa).

Após o por do sol, você também pode ir à feirinha de Velha Boipeba, onde encontram-se artesãos locais, barracas de lanches e refeições, bem como alguns bares e restaurantes ao redor.

Entre os meses de agosto e setembro, também é possível avistar baleias jubarte durante passeios em alto mar. Os passeios podem ser realizados com as agências de Velha Boipeba, próximo ao atracadouro (local de chegada e saída da ilha).

Também é possível agendar outros tipos de passeios de barco pela região, como por exemplo ir até o  morro de São Paulo.

Mapa detalhado da Ilha

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Como chegar à Ilha?

Se estiver de carro, saiba que na ilha não entram carros. Nesse caso, precisará ir até Valença-BA e deixar em algum estacionamento.

Algumas empresas de transportes para a Ilha possuem convênio com estacionamentos. É uma questão de negociar no cais de Valença (terminal hidroviário), pois há uma certa variedade de companhias.

Se vier de Salvador, é preciso pegar um Ferry Boat até Bom Despacho (Itaparica-BA), de Bom Despacho segue-se por cerca de 1h30 por rodovia até Valença.

#Dica: Para facilitar, se quiser usar o GPS do celular via google maps, clique aqui.

Caso esteja a pé e partindo de Salvador, você encontra táxis com uma certa facilidade, na saída do Ferry Boat em Bom Despacho.

É possível dividir o valor em grupo, pois os taxistas costumam fazer um pacote fechado de R$ 100 a R$ 200 até o terminal hidroviário (Valor varia conforme a demanda e temporada).

Outra opção é pegar um ônibus para Valença, com preço na faixa de R$ 20 a R$ 30, porém o tempo de viagem será maior.

Se estiver a pé e saindo da Chapada Diamantina, como foi o nosso caso, a logística é seguir para Feira de Santana e de Feira de Santana seguir para Valença.

#Dica: É possível casar o horário com a chegada em Feira de Santana e comprar a passagem com pouca espera de saída para Valença. Para isso, recomendo pegar o ônibus que sai de Lençóis entre 23h00 e 0h.

Estando em Valença, do terminal rodoviário até o hidroviário tem apenas 1km de distância, então é possível seguir a pé sem grandes dificuldades (Mapa).

Bom agora é hora de falar como chegar na Ilha de fato. 😛

No terminal hidroviário, como mencionei, há uma certa variedade de companhias que fazem o transporte. O mais em conta que conseguimos foi a lancha rápida, pelo valor de R$ 30/cada.

#Dica: Compre a ida e a volta e evite problemas com compras de última hora! Dependendo da demanda, pode não encontrar o horário desejado. 

Endereço do Terminal Hidroviário: Rua Comendador Madureira, altura do nº 76, próximo à Câmara Municipal e em frente à Praça Ademar Guimarães.

O percurso de lancha rápida dura em torno de 1h até chegar na ilha.

Estando na Ilha, se for para o lado de Monte Alegre ou Moreré (+/- 5km), como foi o nosso caso, é possível pegar um transporte via trator ou moto táxi.

O preço para o trator é de R$ 10 por pessoa e a moto é de R$ 15 / pessoa.

Como sair da Ilha?

Como disse mais acima, vale a pena já comprar a volta no mesmo guichê, desta forma evita-se dores de cabeça em busca de uma passagem para sair da ilha.

No nosso caso, como estávamos a pé e seguiríamos para Salvador, seguimos a seguinte logistíca:

Lancha rápida para Valença às 11h, de lá podíamos pegar um ônibus na rodoviária para terminal de Bom Despacho em Itaparica, pelo preço de R$ 23,30 cada, porém pegamos um táxi no terminal hidroviário em Valença às 12h, para a Av. Antonio Carlos Magalhães (R$15 a corrida, +/- 3km).

O taxista nos deixou num ponto, onde é comum as pessoas fretarem táxis para o terminal de Bom Despacho, então Rosana e eu embarcamos com mais outras duas pessoas, num outro táxi por R$ 25 cada e chegamos às 13h20 no terminal.

Estando no terminal de Bom Despacho, pegamos o ferry boat  para Salvador, que custa R$ 6,40 por pessoa, mas em dias comuns custa R$ 4,80.

Chegamos em Salvador às 14h30, ou seja, 3h30 desde a saída da Ilha até Salvador.

Para resumir, o nosso gasto foi de R$ 38,90/ cada. Um gasto de R$ 9,20 a mais para cada, pois resolvemos pegar um táxi em vez de ônibus, porém uma economia de mais de 1h de viagem.

Onde se hospedar ou acampar?

A ilha oferece uma boa gama de opções para todos os gostos.

Se você é do tipo de pessoa que busca o conforto de um hotel cinco estrelas, também vai encontrar. Basta consultar alguns sites de reserva como o Booking ou Trivago.

Também há planos de que em breve, seja construído um resort na parte sul da ilha. Este ficará na região entre a Ponta dos Castelhanos e a comunidade de São Sebastião / Cova da Onça.

A única pousada que vou fazer uma certa propaganda é a Eco Pousada Casa Bobô – whatsapp – Myriam (75) 99930-5757 e facebook -, pois nos ajudaram muito com informações de como chegar à ilha saindo de Lençóis, na Chapada Diamantina, mesmo sabendo que não seríamos seus hóspedes, por preferirmos acampar.

Falando em preferir acampar, existe uma certa variedade de campings na ilha.

Particularmente acabei fazendo uma reserva com o Camping Moreré, por medo de não achar vagas devido a alta temporada, mas não era necessário.

O camping Moreré fica na Rua do Cajoeiro. Estando lá, basta perguntar pelo “Camping do Marcelo”. Mas para facilitar, use esse mapa.

Contatos:
Marcelo: 77 9915-0771
Iacira: 75 99822-3322
http://facebook.com/campingmorere

Foto 360° do camping

Camping Morere – Ilha de Boipeba – Spherical Image – RICOH THETA

Nos arredores do camping, há padaria / mercadinho, e há algumas opções de restaurante bem próximo também.

Se preferir ficar na área de maior agito da ilha, ao chegar procure campings na praia da Boca Barra. Lá você encontrará o Camping Flor do Cerrado ou o Camping Vila Palma.

Se você procura ficar mais perto do mar e longe de maior movimentação, como o nosso caso, existem outras opções em Moreré e não é difícil encontrar, basta andar seguindo norte pela praia e chegará no Camping Airumã (facebook).

Se preferir ficar mais distante em relação à comércios, seguindo de Moreré 3km ao sul, existe o Camping Pontal do Bainema.

Bom, estas são algumas opções.

A média de preço dos campings estão na faixa de R$ 20 a R$ 30 a diária, por pessoa. Mas dependendo da quantidade de dias que for ficar, é possível negociar.

Todos os campings que perguntamos o preço pessoalmente, nos deu valor de R$ 20.

Existem campings que cobram um diferencial para usar barraca do próprio camping, colchão inflável e ventilador. Esses cobram em média de R$ 70 a R$ 100. (Mas aí acho que já vale a pena pagar uma pousada… em fim, questão de gosto e bolso).

“Curiosidade:

O abastecimento de água potável da ilha é limitado e cada pessoa tem direito a 22 litros de água potável por dia. É comum avistar moradores com carrinho de mão, carregando galões de água.

As águas das torneiras, não são próprias para beber. Estas servem para uso comum ou no máximo cozinhar, já que será fervida.”

O que Rosana e eu fizemos por lá?

Fizemos tudo que foi possível dentro do nosso orçamento, ou seja, gastando bem pouco.

Tínhamos seis dias para aproveitar a ilha, sendo que no 1º dia, chegamos à tarde. Então apenas montamos acampamento e passeamos nos arredores.

Minha amiga Milene havia pedido para entregar uma lembrança ao pessoal da Pousada Casa Bobô.

Mas claro, a lembrancinha chegou meio “escangalhada”, pois estava na minha mochila desde que partimos de São Paulo, enfrentando desde a viagem de avião e tudo o que andamos pela Chapada Diamantina.

Mas mesmo assim eles ficaram bem felizes de serem lembrados por ela. Missão Cumprida! 🙂

Seu Nilton da Casa Bobô e a Lembrancinha enviada pela Milene

À Noite Rosana e eu fomos jantar pizza.

Não sei se você leu os relatos anteriores sobre a Chapada Diamantina, mas vai perceber que sempre que chegávamos na “civilização”, nossa janta era pizza. Também não foi diferente depois de sairmos da ilha e jantarmos em Salvador, foi pizza também. E sim, é minha comida favorita. 🙂

No dia seguinte, que foi dia 16 de janeiro de 2017, levantamos cedinho como de costume e após tomar nosso café, fomos dar uma passeada pela praia.

Seguimos sentido sul, até a Ponta do Bainema, para conhecer melhor e tirar umas fotos. Depois retornamos ao camping para preparar o almoço e ficamos curtindo uma preguiça na rede.

Um mundo de praia só pra nós – Ilha de Boipeba – Spherical Image – RICOH THETA

No dia seguinte, 17 de janeiro, convencemos a Iacira, amiga do dono do Camping Moreré e também uma das responsáveis, a nos acompanhar num passeio.

Ela nos sugeriu irmos até a praia de Tassimirim, ao norte da ilha, numa caminhada muito bonita de 4,5km.

Em Tassimirim  encontram-se algumas piscinas naturais muito belas, para se fazer flutuação e a Iacira nos alugou as máscaras por R$ 10.

Algumas fotos

Foto 360º do Rio Oritibe

Rio Oritibe – Ilha de Boipeba – Spherical Image – RICOH THETA

No dia 18 de janeiro, era o dia de fazermos uma caminhada diferente.

Iacira chamou seu amigo Fernando para fazermos uma caminhada até a Ponta dos Castelhanos. Como mencionei lá no começo, essa é uma caminhada que parte dela, segue pelo mangue e precisa ser feita na maré baixa e mesmo assim, em determinado trecho é preciso pegar uma carona com algum barqueiro, ou canoeiro para atravessar um trecho mais fundo, até chegar na outra margem.

Essa carona, claro, é cobrada e o valor é em média de R$ 10 por pessoa.

#Dica: É possível consultar pela internet, a tábua das marés. Através dela, você consegue saber os horários das marés baixa e alta na região.

Algumas fotos da caminhada

À noite Rosana e eu fomos até a praia do Caminho do Bainema, para fazer uma fotografia do céu, pois estava muito limpo.

Foto 360º do céu noturno

Noite estrelada no Caminho do Bainema, Ilha de Boipeba – Spherical Image – RICOH THETA

No dia 19 de janeiro, não fizemos muita coisa, ficamos pelo camping, fizemos amizade com o Seu Manoel, vizinho de lá e carinhosamente apelidado pelos amigos de “Mané da Jégua” (“Jégua” seria o feminino de jegue). Não vou entrar em detalhes de como ele ganhou esse apelido, use a imaginação rs. 😛

Ele havia nos vendido alguns cocos que deixamos no freezer para gelar e também nos vendeu alguns caranguejos guaiamum para fazermos um almoço típico da região.

Depois de jogarmos um pouco de conversa fora, seu Manoel se prontificou a preparar o guiamum, com leite de coco caseiro, pimentão picado, tomate e pimenta.

Para cozinhar, improvisei um fogão a lenha com alguns blocos que estavam no camping.

Importante: A partir de março de 2017, a caça do guaiamum foi proibida, pois passou a fazer parte da lista de animais em risco extinção. Caso alguém seja flagrado, a multa será aplicada no valor de R$ 5 mil por pessoa. Se comprovada a venda, o valor será de R$ 10 mil.

Após o almoço, relaxamos um pouco e mais tarde fui com Rosana para o mirante no Morro do Quebra Cu, para assistirmos ao por do sol.

Muitas pessoas, tanto moradores quanto turistas, costumam ir lá para assistir e realmente vale a pena.

De lá, descemos para a vila de Velha Boipeba, para passearmos pela feirinha e também jantarmos.

Na volta, nos deparamos com seu Manoel dormindo na rede do camping. Ele havia preparado um peixe na folha de bananeira para nós, mas como pegou no sono, a cachorra do camping acabou comendo todo o peixe.

Ele acordou muito chateado, pois preparou com carinho. Botamos a culpa num gato, para evitar que ele por ventura batesse na cadela e depois foi embora, mas foi com a promessa de no dia seguinte trazer uns peixes ou nos levar para uma caminhada.

No dia 20 de Janeiro, seu Manoel chegou pela manhã no camping e nos chamou para fazer uma caminhada para o povoado de São Sebastião, mais conhecido como Cova da Onça.

Ele mais outros moradores da ilha, haviam fechado o passeio com um grupo de turistas, mas só nos foi cobrado a travessia do barco e o trator para a volta, e claro, arcamos também com o almoço no povoado.

A caminhada segue semelhante a da Ponta dos Castelhanos, seguindo pela praia do Bainena, acessa a mesma entrada da trilha do mangue, mas depois segue por dentro de uma fazenda de coqueiro, até chegar em uma margem do Rio Catu, onde pegamos um barco para atravessar até a outra margem.

Da outra margem, segue por um caminho que eles chamam de trilha do paredão, mas não há nenhuma elevação na caminhada ou paredão. É uma caminhada quase em linha reta que vai sair na praia, já no povoado de São Sebastião.

Chegando lá, fomos almoçar e depois de um tempo, embarcamos no trator para nos levar de volta a Moreré. No caminho o trator fez uma parada na comunidade quilombola de Monte Alegre, para que pudéssemos ouvir um pouco de história e aprender um pouco dos costumes, mas não havia ninguém por lá, então seguimos nosso rumo para Moreré.

Dia 21 de janeiro, nosso último dia na ilha.

Já havíamos conhecido tudo que estava dentro do nosso orçamento, então era dia de deixar nossas coisas em ordem, para no dia seguinte cedinho deixarmos a ilha.

Depois de andar pela praia de manhã e almoçar, por volta de umas 15h, fomos com a Iacira encontrar sua ex sogra com os netos. As crianças queriam fazer flutuação e então fomos acompanhar.

Durante o caminho, vimos um baiacu enorme, morto na areia e alguns restos de tartaruga marinha também.

A ilha também é berçário de tartarugas marinhas. Durante nossa estadia não tivemos a chance de observar a corrida das tartaruguinhas para o mar, pois já havia ocorrido uns dias antes de chegarmos.

Bom, sobre a flutuação, desta vez fomos nas piscinas de Moreré, onde também existe uma boa variedade no recife de coral, que foi possível observar algumas espécies raras, como um caranguejo que se parecia muito com uma pedra.

Aliás, em nossas flutuações, sempre vimos alguns bichos bem exóticos, como um peixe morcego,que tem nadadeiras que se parecem patas, para andar no fundo, vimos moreia, lesmas do mar, uma boa variedade de peixes e claro, ouriços, que existem aos montes.

No dia 22 de janeiro, Iacira foi com a gente até Velha Boipeba, nos despedimos e partimos rumo a Salvador, para no dia seguinte voltarmos à São Paulo.

Fim!


Rodrigo

Rodrigo

Designer gráfico, profissional do marketing, analista de mídias sociais, fotógrafo e trilheiro nas horas vagas.

2 Comentários

Dani · 3 outubro, 2017 às 14:04

🙂 Muito bom!

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