Em Janeiro, parte de nós do grupo fomos, ao Monte Roraima.
Fizeram parte desta aventura: Rodrigo Hortenciano (eu), Rosana, Renan, Daniel, Ronaldo (Falco), Bruna, Augusto e Marcia

O Monte Roraima é um lugar diferente de qualquer coisa existente na Terra.
Na minha opinião, assim que você começa a chegar nas regiões mais altas e próximo ao topo, parece que se está chegando em outro planeta.
A flora local muda e existe uma espécie endêmica de sapo, que não salta e mal possui musculatura, fazendo com que esse quase rasteje ao caminhar.

Além da Fauna e Flora diferentes, a paisagem predominante é de rochas esculpidas pela ação dos ventos e chuvas. Aliás, chuva é algo bem comum por lá.
O clima no alto do Monte Roraima, ou Tepuy Roraima como chamado pelos locais, é bem instável.
Você pode estar a caminhar em um belo dia ensolarado e de repente, uma nuvem passa por você, começa a chover e esfriar muito. Tudo isso em questão de minutos.

Tivemos sorte em um dos dias, pois pegamos uma boa janela de dia ensolarado.
De qualquer forma, tendo sol ou chuva, é isso que faz o Monte Roraima tão especial e um belo local para visitar.

Algumas fotos para ajudar a acender sua vontade de ir para esse lugar fantástico.

Abaixo, coloco a logística básica para quem quer conhecer e se programar para ir, e logo após, os vídeos resumo do percurso:


Qual a melhor época para ir?
De dezembro à março, pois é o período mais seco.
O clima nesta região equatorial, então não há divisões de estações como primavera, outono, verão ou inverno.
Entretanto, considera-se o período de dezembro à abril como verão, por ser o período seco.

Curiosidade sobre o clima na Venezuela: O país está na faixa climática equatorial, porém possui algumas peculiaridades em diferentes regiões, devido diferenças de altitude. Mérida por exemplo, é uma região montanhosa com neve permanente no Pico Bolivar com 4.978 m de altitude e no Pico Humboldt com 4.940 m de altitude.
Além de Mérida, existe o Parque Nacional Sierra La Culata, onde a crista também possui neve permanente.


Preciso tomar vacinas? Se sim, qual o prazo limite?
Sim, vacina contra febre amarela. Tome o quanto antes, mas o limite até 10 dias antes da viagem. E também é necessário obter o certificado internacional de vacinação.

Isso é item obrigatório, porém não nos foi solicitado em momento algum. Mas evite ser barrado! Tome a vacina e leve o certificado internacional.
Sobre o certificado internacional de vacinação, você pode obter informações de como conseguir em: http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fainter.htm
A ANVISA recomenda que se faça um pré-cadastro, cujo modelo se encontra no site
www.anvisa.gov.br/viajante


Como faço para ir ao Monte Roraima e quais documentos preciso levar?

Para ir ao monte Roraima, é preciso entrar na Venezuela. Então é necessário pegar um voo para a cidade de Boa Vista-RR.
Uma dica bastante importante: Compre a passagem com uma boa antecedência, pois o preço fica muito mais em conta.
No aeroporto de Boa Vista, você encontrará taxis que te levarão ao Terminal Caimbé.
No Terminal Caimbé, existem outros taxis que levam até Pacaraima, fronteira do Brasil com a Venezuela, onde existe a Aduana Brasileira.

Estando na Aduana Brasileira, a Polícia Federal verificará seus documentos para autorizar sua entrada.
Depois disso, segue-se a pé até a Aduana Venezuelana, que e um pouco mais burocrático.
Levamos um chá de cadeira de 2h30 devido uma enorme fila para entrada e saída de visitantes.
Aqui fazem uma mini entrevista com você para saber o que vai fazer na Venezuela e quantos dias pretende ficar.
Se estiver portando apenas o RG original, lhe entregarão uma tira de papel com a autorização, que deve ficar junto de seu documento sempre.
Se estiver portanto passaporte, irão carimbar o mesmo.
Na Aduana da Venezuela, você encontrará taxis bem baratos para lhe levarem até Santa Elena de Uairén, já pertencente à Venezuela.

Seguro saúde

Nós optamos por fazer um seguro saúde no aeroporto de guarulhos e também lacramos nossa bagagem com aqueles plásticos filme na empresa ProtecBag, eles nos ofertaram com a condição de que se embalássemos as mochilas, ganharíamos  o seguro saúde da Assist-Card válido por 7 dias.
Apesar do meu convênio médico já oferecer, também peguei esse seguro, já que era de graça se optasse por embalar a mochila. Fica a dica 😉

Preciso contratar um guia?

Sim! Somente é permitido roteiro do Monte Roraima acompanhado de um guia indígena da região.
Você pode fechar com alguma agência de sua preferência, mas vale muito mais a pena fechar diretamente com um guia local.
Por ter lido diversas recomendações, fechamos com o Marco Mcalexis.
Ele é indígena e mora em Santa Elena, também redistribui grupos para outros guias indígenas, assim como ocorreu conosco que fomos com seu irmão Benneton.
Seu contato pode ser via facebook ou marco.mcalexis@gmail.com,  tel: +58 (0289) 5400239  (ligação internacional)

Marco oferece 3 tipos de pacotes:

1º O mais barato: Você leva tudo, inclusive sua comida e barraca; (Cerca de R$ 300/ pessoa)
2º Você carrega tudo, exceto a comida que pode ser preparada por eles; (Cerca de R$ 650/ pessoa) – Vale a pena, pois a comida é muito boa, cheguei a comer também, graças a gentileza do guia Benneton e dos carregadores. Estando lá, você precisa comer Arepas, são bem saborosas!
3º  O Mais caro: Você vai só com uma mochila de ataque e os carregadores levam tudo. (Cerca de R$ 1350/ pessoa)
Lembrando que esse valor é baseado no período que fomos, em janeiro, e possivelmente devido a crise no país, esse valor esteja mais baixo. Vale a pena negociar.
Se optar pela primeira opção, prefira em levar comida desidratada / liofilizada. Evite enlatados em grande quantidade.

Você também consegue fechar um guia diretamente no local, pois muita gente vai sozinha para lá e se encaixa em algum grupo.
Você pode fechar com o Marco, ou outro guia indicado nos Hotéis, ou diretamente na agência MysticTours, que fica na mesma rua do Hotel Michelle, Backpacker etc.

Além do serviço de guia, é preciso pagar uma taxa para fazer o trekking, pois apesar da área ser a Aldeia de Paraitepuy, também é um parque nacional.
O custo é barato, dá menos de R$ 10/ pessoa.


Onde trocar R$ por Bolivares (BsF$)?

Para trocar dinheiro é muito fácil!
Logo que se passa a fronteira da Venezuela, antes de chegar à Aduana da Venezuela, existem cambistas trocando dinheiro.
Você os encontra próximo aos mastros das bandeiras do Brasil e Venezuela.
Estando na cidade de Santa Elena de Uairén, você encontrará pessoas nas ruas usando coletes, geralmente na cor vermelha ou amarela, que também fazem o trabalho de cambio.
Todos esses citados, são cambistas paralelos (câmbio negro), mas é o que prevalece no local e sinceramente nem encontrei locais oficiais de câmbio.
Estando na cidade também é mais fácil barganhar para fazer o câmbio.
Outra dica: não troque todo o dinheiro, pois o câmbio varia todo dia, então vale a pena ir trocando ao poucos.
Para se ter ideia, quando chegamos em Santa Elena de Uairén, os cambistas trocavam R$1 por BsF$ 43 e quando estávamos deixando a Venezuela, o cambio já estava em R$ 1 = BsF$ 50.
Em Santa Elena é difícil trocar dólares, eles preferem R$ por estar mais perto da fronteira com Brasil.
Caso tenha intenção de ir também ao Salto Angel, ou alguma outra região mais a dentro da Venezuela, guarde seus dólares para trocar nessas cidades e por segurança, troque com algum responsável do hotel / pousada que ficar. Evite trocar na rua com desconhecidos ou ambulantes.


Onde se hospedar?

Em Santa Elena de Uairén, o mais conhecido é o Hotel Michelle, Localizado na Calle (rua) Urdaneta, [tel +58 (0289) 416 1257) hotelmichelle@cantv.net], mas o Backpacker [info@backpacker-tours.com ou reservation@backpacker-tours.com] é um pouco melhor e mais limpo.
Ambos são na mesma rua e vizinhos um do outro.
A melhor forma de reservar um quarto, é pedir para o Marco ou guia de sua preferência intermediar, pois o contato com esses hotéis é bem complicado, não respondem e-mail e geralmente as ligações não completam.
Quando fomos, gastamos algo em torno de R$ 10/ pessoa. Não sei quanto deve estar atualmente, mas com certeza está bem barato.

Quais cuidados devo tomar na Venezuela?

Não tivemos problemas com segurança em nossa estadia na Venezuela.
Entretanto, acreditamos que isso foi graças a estarmos em um grupo de oito pessoas o tempo todo.
Mas há relatos em que a própria polícia bolivariana se apropriou de bens de viajantes. A maior chance disso ocorrer é viajando sozinho.
Já li relatos em que aconselham as pessoas a guardar dinheiro em diferentes partes, bolsos de roupas guardadas, palmilha do calçado, usar um “money belt” etc.
Segui essas recomendações e coloquei dinheiro até entre a bateria e a capa do celular tijolinho que levei, mas como disse, o cuidado foi em excesso. Ainda bem 🙂
Santa Elena de Uairén é uma cidade pequena, e assim como no Brasil cidades pequenas tem menores índices de assaltos e violência, então não há muito com que se preocupar nessa questão.
Agora se for para outra região como Ciudad Bolivar, já é bom ficar mais atento.

Importante: Todos sabem que a Venezuela passa por uma crise econômica e política muito pior que aqui no Brasil, daí se deparar com produtos tão baratos, pode tornar-se tentador. Comprar produtos básicos como comida ou papel higiênico que não seja para seu uso durante a estadia no país e sim para trazer ao Brasil, pode lhe acarretar dor de cabeça na saída da fronteira, pois o carro que o transporta pode passar por revista e suas compras podem ser apreendida.
Pode parecer absurdo, mas a Venezuela passa por uma escassez de produtos básicos devido sua crise, daí comprar esses produtos a mais, tira a chance de moradores locais poderem adquiri-los.

Onde comer?

Santa Elena é uma típica cidade de interior, então tudo é muito perto e fácil de encontrar.
Pela manhã, tem uma boa padaria onde os donos são Venezuelanos e Brasileiros:  Panaderia Gran Sabana Deli  Calle Bolívar, 8011
Existe também um lugar de comida brasileira por Quilo, fica próximo à igreja na Calle Zea
Outra opção é o restaurante La Frontera localizado na Calle Ikabaru.
Para se ter uma alimentação com direito a um refrigerante, você gasta em média o equivalente a R$ 6


O que vestir para o Trekking?

Para os dois primeiros dias, dá pra andar bem confortável e até usar papete, pois o terreno é de chão bem batido.
Particularmente fiz isso e foi ótimo, só usei botas para fazer a ascensão do Monte Roraima e lá no alto, ou seja, a partir do terceiro dia, saindo do acampamento base, pois o terreno é mais irregular, e ninguém quer torcer o pé né? 😉
Levar capa de chuva ou um anorak também é imprescindível, pois como já falei, chuva é bem comum.
Um agasalho que suporte um frio de até uns 10°C já é o suficiente também. Não costuma fazer muito frio lá, mas você pode sentir um pouco mais de frio no período da noite ou com uma queda repentina de temperatura durante uma caminhada.
Lembre-se também de deixar suas coisas bem ensacadas na mochila. Mesmo que possua capa de chuva na mochila, se sua subida for de baixo de chuva como foi a nossa, ter suas roupas bem secas, lhe trarão mais conforto.
Evite levar troca de roupa para todos os dias, pois é peso a mais e desnecessário. É possível lavar suas roupas lá em cima e deixar secando enquanto faz alguma atividade exploratória no alto do Roraima.
Por exemplo, no dia que for ao Hotel Quati, é possível lavar algumas peças de roupa e deixar secando enquanto no dia seguinte sai para explorar Lago Gladys entre outras maravilhas.


Qual o roteiro do Trekking?

O roteiro varia de guia para guia e também do que foi acordado com o mesmo.
Então se quiser seguir um roteiro diferente do que fizemos, vale a pena negociar com o guia ou verificar outros profissionais que possam fazer o percurso desejado.
No nosso caso o roteiro foi o seguinte:
1º dia – caminhada da Aldeia de Paraitepuy até a aldeia do Rio Tek para acampar.
2º dia – caminhada até o acampamento base (já começa a ter mais subidas), que fica no pé do Monte Roraima
3º dia – Ascensão ao Monte Roraima e acampamos no “Hotel Arenal” – Os locais chamam as grutas onde costumam montar acampamento de Hotel
4º dia – Trajeto do Hotel Arenal ao Hotel Quati – nesse dia passamos pelo Ponto Tríplice e foi possível apreciar mais sobre a paisagem e natureza daquele lugar.
5º dia – Atividade exploratória aos arredores – fomos ao Mirante do Roraiminha, Lago Gladys e próximo à Proa
6º dia – Caminhada de volta para próximo da saída do topo, passando pelo Vale dos Cristais (Não pegue nenhum cristal, seja consciente e evite passar vergonha), novamente pelo ponto tríplice, El Foso e  Acampamento Sucre – no mesmo dia subimos a Pedra Maverick, que é o ponto mais alto do Monte Roraima
7° dia – Fomos visitar as Jacuzzis, Abismo, Lá Ventana, inciamos nosso regresso e acampamos novamente no Rio Tek
8° dia – caminhada da Aldeia do Rio Tek até o ponto inicial na Aldeia Paraitepuy.

Protetor solar e repelente

Sei que quem está acostumado a fazer trilhas, já sabe que esses dois são indispensáveis.
Protetor solar é bastante importante, pois como já disse, o clima é equatorial, então costuma ser quente e tem uma boa radiação UV, principalmente no topo. Lembre-se, quanto mais alto se sobe, menor a proteção contra raios UV.
Sobre repelente é extremamente importante, ainda mais quando se tem mosquitos minúsculos, pentelhos, com picadas bem doloridas chamados de “Puri Puris”.
Na região do Rio Tek Principalmente, eles aparecem de forma bem feroz.
Lembro de ter ido atender a um chamado da natureza no matinho e foi só baixar as calças, que fui atacado como um boi sangrando, em um rio repleto de piranhas. Eles são covardes e atacam em bando rs.
Dica para quando precisar ir fazer o nº 2 no mato e não sofrer o ataque: leve o repelente junto, assim que baixar as calças passe sem moderação rs.
As picadas desses “Puri puris” deixam uma gotinha de sangue exposta quando vão embora, uma coceira terrível e se você for alérgico, ficará com vários pontos inchados.
A mesma dica vale para a hora de tomar banho no rio. Leve o repelente junto e passe assim que tirar a camiseta, ou seja rápido em se despir e pule na água. Na hora de se vestir use o repelente antes.
Se não, a imagem abaixo ilustrará o seu destino.

Basicamente é isso e você já consegue entrar na Venezuela e se aventurar no Monte Roraima sem problemas rs

Se tiver outras dúvidas, que não esteja descrito acima, o blog do Augusto tem mais detalhes no final do relato.


Esse é o Tracklog gerado nos nosso oito dias na região:

Para esse relato, vou postar apenas os vídeos, dividindo por partes, para não ficar massante. Recomendo dar um pulo no blog do Augusto para ler seu relato, pois está super bem detalhado.

Para ver as fotos tiradas lá, acesse nosso flickr  😉

Abaixo é um vídeo que mostra um pouco da viagem para se chegar à Venezuela e um pouco de Santa Elena de Uairén.

Chegando na Venezuela

O vídeo a seguir já mostra nossa ida para o início do trajeto.
No 1º dia acampamos na Aldeia do Rio Tek, que tem um visual sensacional com vista para o Monte Roraima e Kukenan à sua esquerda.
No 2º dia o trajeto é até o acampamento base, que fica no pé do Monte Roraima.
Esses dois dias são de caminhadas por terreno bem regular, então dá para caminhar usando papete/sandalha sem problemas.

1° e 2° dia de trekking

O vídeo a seguir mostra nossa subida para o topo.
Enfrentamos chuva nesse dia e o Passo das Lágrimas havia se transformado em duas quedas d’água, tornando a subida um pouco mais difícil.

Ascensão ao Monte Roraima

No vídeo abaixo mostra nossa caminhada do Acampamento Arenal até o Hotel Quati, passando pelo ponto tríplice.
No dia seguinte visitamos o “Mirante do Roraiminha”, Lago Gladys e próximo à Proa.

4° e 5° dia de trekking – Hotel Quati

Abaixo mostra nossa partida do Hotel Quati para o Acampamento Sucre, passando pelo Vale dos Cristais, Ponto Tríplice novamente, El Foso e Pedra Maverick.
Também exibe as Jacuzzis, Abismo, La Ventana e nosso regresso para a Aldeia do Rio Tek.

6º e 7º  dia de trekking + Final

É isso aí 🙂
Espero que tenha gostado e já esteja planejando ir para o Monte Roraima!
Abraços

 


Leia também:

Viagem para o Salto Angel

Passeio pela Gran Sabana


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Rodrigo Hortenciano

Designer gráfico, com MBA em Marketing, atuando atualmente com como analista de mídias sociais. Sempre que possível gosto de fazer uma trilha, acampar, ou viajar para algum lugar longe da muvuca e geralmente gastando bem pouco ;)

9 comentários

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Joice · 28 novembro, 2016 às 18:26

Oi, Rodrigo!
Bem bacana o post do Monte Roraima, valeu pelas infos! Estou me organizando para ir e tentando contato com o guia Marcos. 😉
Não compreendi bem se seu grupo levou a comida ou se comprou o pacote de guia com comida, porém sem a barraca…
Mesmo comprando com a comida é necessário/recomendável levar umas liofoods só pra garantir? E lanchinho pra trilha?
Outra pergunta: Salto Angel é indispensável?
Obrigada!!!
Abraço,
Joice

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    Rodrigo · 29 novembro, 2016 às 16:59

    Olá Joice!
    Tudo bem?
    Parte do grupo optou por pagar também pela alimentação. Outra parte, como eu e mais outros, levamos nossa própria comida.
    Cada modalidade de serviço, tem um custo. Não sei quais são os preços do Marcos atualmente, mas vale a pena!
    A comida não é ruim, mas não há grande variedade segundo meus amigos que pagaram pela comida.
    Se você pagar pela alimentação, não há necessidade de se levar comida por precaução, leve apenas os lanches pra comer pelo caminho, tipo castanhas, nozes, barras etc.

    Sobre o Salto Angel, vale a pena ir. Mas não é indispensável.
    Esse é bem mais turístico, vale a pena conhecer Canaíma, é bem bonito 😉

    Abração!

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weriton · 10 novembro, 2016 às 9:57

Na chapada Diamantina, existe a Cachoeira do Ferro Doido localizada próximo a cidade de Morro do Chapéu, que é um otimo lugar para se conhecer, dêem uma pesquisada no google vejam as fotos dessa maravilhosa cachoeira

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    Rodrigo · 10 novembro, 2016 às 10:21

    Show! Valeu pela dica!
    Em janeiro estou indo para a região e vou dar uma passada por lá tbm

    Abração!

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Graziela Souza de Freitas · 9 agosto, 2016 às 20:16

Olá, gostaria de parabeniza-los pelo relato. Bastante detalhado e objetivo. Eu e meu namorado estamos planejando fazer o Monte em outubro deste ano e, se fosse possivel, gostaria de saber se o o pacote opção 2 , a comida esta inclusa no valor, ou teremos que comprá-la e o guia só carregará? Desde de já agradeço

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    Rodrigo · 10 agosto, 2016 às 9:50

    Olá Graziela, tudo bem?
    Muito obrigado pelo seu elogio, é sempre muito bom saber que o blog está ajudando 🙂

    Sobre a opção 2, no caso você paga pela comida, eles carregam e a preparam.
    Nesta opção você carregará apenas sua mochila com seus pertences e equipamentos para acampamento (Roupas, barraca, saco de dormir, isolante etc)

    Aconselho falar diretamente com o Marco, no perfil do facebook que indiquei no relato, para que possa se atualizar quanto aos preços.

    Caso tenham interesse em ir até a Proa no monte Roraima, deixe isso bem explícito para eles, pois não costumam levar as pessoas lá, mesmo informando que o pacote inclui a Proa.
    Quando fomos, nos decepcionamos com essa parte, pois eles não haviam levado corda.
    Por precaução, se for possível, levem sua própria corda.
    Uns 30m deve dar e sobrar bastante, pois das pessoas que vi carregando corda, não chegavam a tudo isso.

    Abraços!

Chapada Diamantina | Travessia de Lençóis ao Vale do Capão, via Serra do Macaco | Exploradores · 4 maio, 2017 às 23:41

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