No dia 24 de agosto resolvemos sair um pouco das trilhas, montanhas etc e ir para a bike.
Fizemos um “pedal” leve de Rio Grande da Serra até Paranapiacaba.ke.

Nosso amigo Wagner, que já é ciclista há muitos anos deu o maior apoio e aproveitou para convidar um amigo ciclista, o Djalma.
Edmar e Jéssica que também já pedalam há um bom tempo toparam a ideia, aproveitaram para convidar mais um amigo, o Demétrio. Com isso Rogério que já estava afastado das trilhas, também topou e logo estávamos com um grupo bom para essa pedalada curta de 30 km no total.

Nossa intenção é começar a fazer esse tipo de atividade também, assim como fomos evoluindo nas trilhas e ainda estamos, também evoluir gradativamente no pedal.
No total fomos em oito, sendo esses: Wagner, Dijalma, Edmar, Jéssica, Demétrio,  Rogério, Rosana e Rodrigo (eu).

Nosso ponto de encontro foi na plataforma de trem da estação Brás às 7h30.
Edmar, Jéssica e Demétrio, tiveram um imprevisto com o trem e precisaram pegar outro, com isso os esperamos em frente a padaria Barcelona, já em Rio Grande da Serra.


Depois de todos reunidos, pedalamos pelo bairro até chegar à SP-122 em direção a Paranapiacaba.
Durante o percurso, foram necessários algumas paradas para ajustes do banco da bicicleta da Rosana e por vezes para arrumar a corrente da bicicleta do Rogério.

Com toda a empolgação, queria pedalar pela estrada na maior velocidade que eu conseguisse rs (sem noção). Essa empolgação acabou depois de uns 6km rs
Por vezes olhava para trás esperando o pessoal, teve um momento que esperei quase 10 minutos. Novamente haviam parado para ajustes no banco da bike da Rosana.

Ao chegarmos em Paranapiacaba, subimos no Mirante, tiramos algumas fotos e fomos pedalar pela vila.
Pedalando por lá vimos a estrada que dá acesso a um percurso bem conhecido pelos ciclistas, chamado de “Caminho do Sal”, este já está na nossa lista 🙂
Depois fizemos uma parada no Restaurante Castelinho para um almoço.
Após almoço, descansamos um breve momento e resolvemos fazer a volta pela estrada de terra, na parte baixa da vila, que levaria para a SP-122.

O banco da bike da Rosana ainda teimava em não ficar numa posição confortável, foi preciso parar mais algumas vezes para ajustar, até que a convenci trocar de bike comigo, já que estava adiante na maioria das vezes e se precisasse parar para ajustar, levaria menos tempo do grupo todo.

Após chegarmos em Rio Grande da Serra novamente, fizemos uma parada na Padaria Barcelona novamente para um breve descanso.
Embarcamos no trem de volta para São Paulo por volta das 16h.
Ao desembarcarmos no Brás, Wagner, Djalma e Rogério seguiram pedalando até a Penha.
Edmar, Jéssica e Demétrio, foram em outro tem com destino a Guaianases, Rosana e eu tomamos nosso rumo para casa.


Rodrigo

Designer gráfico, com MBA em Marketing, atuando atualmente com como analista de mídias sociais. Sempre que possível gosto de fazer uma trilha, acampar, ou viajar para algum lugar longe da muvuca e geralmente gastando bem pouco ;)

2 comentários

Rodrigo · 4 dezembro, 2015 às 12:27

Olá Edilson!

O trecho é todo asfaltado.
É possível ir via acostamento sem problemas e as condições estão ótimas 😉

Tem alguns trechos de subida e descida, mas nada impossível.
Dependendo da prática ou a falta dela para pedalar, talvez seja preciso empurrar a bike em algumas partes, mas é um passeio que vale a pena.

Abraços!

EDILSON CALAZANS PORTO · 4 dezembro, 2015 às 11:52

ola,

pretendo fazer o trajeto de RGS a paranapiacaba de bike, gostaria de saber como é a estrada, se é asfalto, terra, subida, nivelo, etc..

por favor me ajude.
obrigado.

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