Domingo dia 18 de dezembro de 2011, fomos para a Cachoeira da Fumaça com o Toninho da “ONG” Caneco Verde.

Na época não tínhamos ideia de onde era a trilha e não conhecíamos outros trilheiros ainda.

Então pagamos R$ 5 cada um para conhecermos a trilha da Cachoeira da Fumaça, fazer algumas anotações sobre o percurso, pontos de referências etc, a fim de gerar uma familiaridade com a geografia local, possibilitando realizar outras trilhas por lá no futuro e sem a necessidade de um guia.

O dia estava ótimo, ensolarado e foi possível nadar em alguns lagos que se formavam no caminho da trilha.

O percurso conta com trechos pela água e alguns leves atoleiros na lama, é ótimo para quem está inciando, porque encontra-se quase todos os obstáculos conhecidos de uma trilha.

Não há muitas bifurcações para se chegar à Cachoeira da Fumaça.

A trilha tem início no Km 45 da SP-122 no sentido Paranapiacaba, sendo sua entrada onde encontram-se as torres de alta tensão.

Praticamente é só seguir a trilha, após atravessar um riacho, continuando a trilha, terá uma bifurcação e é só pegar à direita à 50° e continuar seguindo a trilha.


Rodrigo

Designer gráfico, com MBA em Marketing, atuando atualmente com como analista de mídias sociais. Sempre que possível gosto de fazer uma trilha, acampar, ou viajar para algum lugar longe da muvuca e geralmente gastando bem pouco ;)

3 comentários

Silvani · 10 abril, 2018 às 18:30

O início da trilha é no KM 45 ou 46, parece ter dois inícios de trilha

Fernando · 2 agosto, 2016 às 14:18

Boa tarde, vendo esta matéria me lembrei dos anos oitenta que em minha juventude também me aventurava por estas paragens, me lembro que íamos de trem até Mauá e depois pegávamos um ônibus para Paranapiacaba para descer antes, na estrada, bem no começo da trilha, que segue como a discrição da matéria acima e vou acrescentar mais um detalhe no meio do percurso existe um riacho que deságua nesta trilha, subindo um pouco este afluente logo se vê uma pequena cachoeira que em cima possui uma pedra que demos o nome de “Pedra do Sacrifício” pelo formato de mesa como um altar, ai vai da imaginação de cada um para saber oque a gente “sacrificava”.

    rodrigo · 2 agosto, 2016 às 17:20

    Show!
    Bem legal saber desse detalhe 🙂

    Grande abraço

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